CONTATO



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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

: Contos: Amigo Nerd‏

   
  
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    Meu nome é Marcos, sou de Salvador, tenho 23 anos. Vou contar uma história que aconteceu recentemente:Há pouco tempo recebemos na loja a visita de um rapaz recém contratado pra área de tecnologia que faz desenvolvimento de software para a empresa. O nome dele é Davi. Um cara bem gostoso, mas não é gostoso malhadão e definido. Ele tem um corpo normal, mas tem uma cara de Nerd e usa óculos com a haste preta e grossa. Ele também é bem envergonhado, conversa muito pouco com as pessoas e prefere passar o horário de almoço mexendo no seu smartphone. Depois de observar bastante, resolvi puxar um papo com ele e vi que ele não tinha muitos amigos, mas tem bastante contato profissional, pessoas que ele troca bastante e-mails, mas não é de ficar saindo pra baladas. Do nada começamos a falar sobre jogos, uma área que ele domina bastante e que me contou vira a noite jogando online com os colegas virtuais. Eu perguntei se a namorada dele não se importava dele ficar até altas horas jogando e ele me disse que não tinha namorada, mas senti que ele ficou completamente sem jeito, eu continuei puxando a conversa até ele me dizer que a ultima vez que ele transou tinha uns 4 anos e foi com uma garota de programa, pois ele é muito retraído e não tem coragem de chegar numa mulher, até chegou a me perguntar se eu não tinha uma colega pra apresentá-lo, mas eu disse que não.
     Depois de mais algumas semanas chamei ele pra sair, marcamos de ir numa boate pra que ele possa se distrair mais, ao invés de ficar em casa jogando. Fomos pra boate, mas ele não conseguiu chegar em nenhuma das que ele chamava de "gostosa". Após alguns copos de cerveja reparei que ele já estava meio tonto e não conseguia controlar muito bem o seu estado e vi um volume muito grande na calça dele. Parecia um cavalo no cio! Até que eu resolvi chamá-lo pra ir pra casa e ele aceitou sem problemas. Como ele morava mais perto de onde estávamos e já era tarde, pegamos um táxi e fomos.
Chegamos no apartamento dele que era bem organizado pra um cara que morava só. Tinha uma TV enorme na parede e 3 consoles de videogame no Rack. Sentamos no sofá e ele perguntou se eu queria jogar um pouco, ele ligou o aparelho e eu fiquei observando ele jogar. Pedi pra trocar o jogo e ele disse pra que eu abrisse a gaveta e pegasse os jogos, mas pra ter cuidado pra não bagunçar a ordem alfabética, porém na parte de trás eu vi que tinham bastante filmes pornô, então eu peguei e pedi pra ele trocar e colocar esse jogo. Ele riu muito sem jeito e disse que achava melhor não, que ele nunca assistiu filmes com alguém. Eu pedi pra ele relaxar e por o filme.
      O filme não era dos melhores, mas era de sexo anal, eu perguntei se ele gostava de comer um cú e ele me disse que nunca havia comido um, mas achava que deveria ser muito bom pois deve ser mais apertadinho. Continuamos assistindo o filme até a hora em que notei o grande volume na sua calça, eu não conseguia mais prestar atenção no filme e ele nem me via mais. Eu pus o meu pau pra fora pra deixar-lo mais a vontade de fazer o mesmo, ao me ver assim ele perguntou o que eu estava fazendo, como se ele não soubesse não é?
     Eu simplesmente respondi que ele também deveria ficar a vontade e ele o fez. Nossa! Era um pau muito grosso, cheio de veias latejando e a mão dele quase não fechava naquela pica maravilhosa que já estava toda babada. Ele ficou se masturbando e os seus olhos nem piscavam. Eu fiquei por um tempo admirando aquele cacete duro e grosso imaginando como seria o gosto daquele pau branco com a cabeça rosada... Até que eu não aguentei, me levantei e sentei ao lado dele que já estava quase num gozo. Eu segurei o seu braço e disse que ainda estava muito cedo pra isso. Ele fez uma cara de espanto, acho que nem havia visto que eu sentava ao seu lado de tão empolgado com a bronha. Desci de boca no seu pau e nunca vi um homem gemer de tanto prazer. Engoli como pude aquele pau como se fosse a ultima coisa que eu estivesse fazendo na minha vida! Chupei muito e deixei ele inteiro babado. Chupei o saco que estava bem depiladinho...E que saco! Era bem grande e preenchia a minha boca inteira. Ele se contorcia de prazer e pedia pra eu continuar. Ajoelhei na frente dele e fiz um boquete maravilhoso, engasgando com aquele cacetão na minha garganta, até a hora que ele segurou a minha cabeça com força, puxou contra o seu corpo e derramou tanto leite na minha boca que eu pensei que iria morrer sufocado! Não consegui engolir tudo pois ainda estava com o seu pau na garganta e o excesso do seu gozo escorreu pelo canto da minha boca e pingou no sofá!
     Após essa esporrada na minha boca ele ficou todo vermelho e com a respiração ofegante. Ao recuperar o fôlego ele me disse que não era gay e que nunca havia transado com um homem. Então eu respondi que não tinha problema nenhum ele fazer isso, e que transar comigo não fazia dele gay, que ele estava apenas experimentando, e que pelo visto tinha gostado e muito. Por um tempo ele ficou calado e pensativo, e não sei se foi o filme que continuava rolando ou se foi o tesão do que tinha acabado de acontecer que ele ficou novamente excitado, me abaixei na sua frente e fiquei olhando fixo pra ele. Desci lentamente até o seu pau e engoli ele de novo até o fim, ao tirá-lo da boca perguntei se ele queria que eu fosse embora. Ele apenas balançou a cabeça que não e pediu pra que eu continuasse. Eu não falei mais nada e continuei o meu trabalho oral, após uns cinco minutos assim meu cú estava doido pra engolir o cacete dele, peguei uma camisinha no bolso da minha calça e o sachê de gel lubrificante que eu levo sempre pra uma "emergência". Encapei com dificuldade o seu pau grosso, lambuzei com o gel e fui sentando aos poucos. Ele segurava na minha cintura tão forte que chegava a doer, parecia que ele não queria deixar que eu fugisse, como se eu quisesse isso! rsrs
Continuei relaxando o meu cuzinho até sentir que não tinha mais nada pra entrar em mim, nossa! Era uma sensação tão gostosa aquele Nerd enfiado em mim! Ele abria a boca para soltar um gemido que não saia e fiquei pensando se ele já estaria gozando. Perguntei se estava tudo bem e ele me disse que não sabia que comer um cú de homem seria tão gostoso assim. Eu continuei fazendo um vai-e-vem bem devagar e fui aumentando lentamente até ficarmos no mesmo ritmo.
Depois fiquei de quatro no sofá e pedi pra ele me foder do jeito que ele quisesse, e ele o fez. Enfiou todo de uma vez na minha bundinha que já estava ficando assada de tanta estocada que ele dava, eu gemia e meu pau permanecia duro como uma rocha sentindo todo o prazer que aquele pau grosso estava me dando. Ele abria a minha bunda para que o seu pau se alojasse inteiro dentro de mim, era uma dor tão gostosa que senti espasmos no meu corpo e eu gemia e implorava pelo seu pau! Sentia cada centímetro entrando e saindo de mim e eu me agarrava ao braço do sofá tentando me conter de prazer para não gozar tão depressa. Ele passava aquela língua quente no meu pescoço e eu empinava a minha bundinha para ter mais dele bem lá no fundo! Eu me sentia uma vagabunda dando pra ele. Até que ele disse que não estava aguentando mais e que queria gozar. Eu pedi que ele gozasse e ele continuou metendo em mim até soltar um gemido no pé da minha orelha e largou o seu peso nas minhas costas. Ao olhar pro meu pau eu vi que tinha sentido alguns orgasmos e já estava todo melado de porra sem ao menos me masturbar. Foi muito gostoso!
Depois disso fomos para o banheiro, tomamos um banho e fomos dormir. Ele me mostrou um quarto que era pra visitas e eu me deitei lá, mas com uma vontade imensa de dormir junto com ele, e ele foi pro quarto dele e trancou a porta. Eu deixei a porta do quarto aberta e como estava calor dormi nú, imaginando dele passar a noite pra "beber água" e me foder de novo, mas isso não aconteceu. Quando acordei na manhã do domingo, peguei o meu celular e marcava 10:50, ele estava na sala jogando video game. Ao ver que eu me aproximei ele pausou o jogo e pediu que eu me sentasse. 
Sentei no sofá ele disse que ficou envergonhado pelo que havia acontecido na noite passada, que ele não sabe o que deu nele, se foi bebida ou se foi vontade mesmo, mas ele queria pensar e que eu guardasse segredo, pois não gostaria de pelo menos por enquanto que alguém ficasse perguntando sobre a sexualidade dele. Eu me mostrei compreensivo e agradeci pela noite, falei que ele saberia onde me encontrar, peguei as minhas coisas, me despedi e fui embora. Mas ao chegar na saída do prédio meu celular tocou e ele perguntou se eu não tinha esquecido de alguma coisa, eu disse que não dando uma ligeira verificada nos bolsos e ele pediu pra que eu voltasse. Vocês podem ter imaginado o que aconteceu...

 
 
  
 
 

domingo, 26 de agosto de 2012

Contos: QUATRO A UM

 
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Oi, faz muito tempo que não publico um conto no bigdotados. Meu nome é João , Tenho 23 anos, sou português, (mas escrevo com palavras do Brasil, para os leitores entenderem melhor). Sou gay passivo mas não efeminado, e vivo numa cidade perto de Lisboa. Sou louro e branco, 1,75 m e 74 kgs., bonito, sarado, e com uma bunda bem gostosa.
Vou relatar algo que aconteceu comigo recentemente. Meu amigo Fernando descolou dois bilhetes grátis pro jogo de nosso time, o "Benfica", e me convidou. Como ele tava trabalhando a gente não foi junto. Eu levei meu carro e depois nos encontrámos no estádio. Ele é hétero mas me aceita, pois somos amigos desde crianças.
Nesse dia nosso time, o Benfica, jogava contra um clube do Norte de Portugal, " Vitória de Guimarães".
Toda vez que eu vou no futebol fico bem excitado, de ver os jogadores gostosões e a multidão de machos gostosos nas bancadas com as hormonas ao rubro.
Acontece que no intervalo do jogo, fui com Fernando no bar comer um cachorro e beber um chope. Meu amigo foi comprar pra nós dois e eu fiquei admirando os garotões que passavam.
Aí chegou um grupo de quatro caras, rindo e gritando, pois eram do outro time e o time deles tava ganhando por 1-0 ao nosso. Dois deles eram morenos claros, de mais ou menos 1,80 mts de altura, um mais magro e outro bem forte, e os entre os 20 e os 22 anos. O mais magro tinha cabelo escovado e olhos escuros, e o mais forte usava o cabelo curto atrás e comprido em cima. Os dois tavam de calça jeans apertada e dava pra perceber que os dois eram bem dotados. O mais jovem dos quatro, não tinha mais de 19 anos, era baixo, mais baixo até que eu, muito entroncado, com os braços tatuados, brinco na orelha, era o mais claro de todos e tinha o cabelo louro, liso e curto. O mais velho dos quatro era um bofe mulato, corpo malhado, quase 1,90 m de altura, barba de dois dias, cabelo estilo militar e voz bem grossa. Todos usavam camisetas do outro time. Eles ficaram falando e bebendo cerveja bem pertinho de mim, e eu não conseguia deixar de ficar olhando eles, avaliando o tamanho das picas por baixo dos jeans ou das calças esportivas que usavam.
Meu amigo entretanto chegou e enquanto comia meu cachorro meu olhar batia naquelas rolas gostosas. Eles percebendo meus olhares falaram qualquer coisa que eu não percebi e riram. Meu amigo percebeu também e falou pra eu me comportar, que não tava a fim de confusão. Depois, o jogo recomeçou, a gente voltou pra bancada, e não vi mais os caras.
Nosso time perdeu por 2-1, meu amigo ficou bravo, e falou que ía pra casa. Era sábado à noite e eu não tava a fim de ir cedo pra casa não. Nos despedimos e ele foi pra seu carro.
Eu tava era todo aceso e a fim de putaria. Aí fiquei andando pela zona do estádio vendo os machos gostosos que saiam. Nisso um furgão passou devagar e um cara deitou a cabeça fora da janela e falou : "Seu Gostoso, vem cá". Reconheci o cara, era o mais novo dos quatro caras que eu tinha olhado no bar do estádio. Apesar de ter algum receio, meu tesão falou mais alto e me aproximei do furgão. Aí ele falou com uma voz bem safada: "Oi Gatinho… sabe a gente tá a fim de arrombar um cu do Benfica… e meter uns dez golos na sua baliza gostosa… você topa?". Os outros riram muito, e falaram putaria. Fiquei sem saber o que fazer pois eu não conhecia os caras. Além disso tava na cara que eles já tinham bebido muita cerveja. Só que com aquelas palavras meu cuzinho ficou bem melado de tesão. Aí, eles abriram a porta do meio do furgão e eu entrei.
Os dois gatos morenos claros que tavam no banco traseiro, me puxaram e me fizeram sentar bem no meio deles. Eu perguntei onde íamos e eles falaram que não precisava me preocupar que a gente ía procurar um sitio calmo e escuro perto do estádio pra eles arrombarem meu cu. Aí me deu um arrepio … mas não falei nada. Nisto um deles, o mais forte, encostou a perna dele na minha e ficou se esfregando. Aquilo me deu um tesão enorme. O outro também começou a chegar mais perto de mim. Dava pra ver que os dois tavam com a picas duras e que deviam ter umas rolas bem grandes, pelos volumes que se formaram no meio das calças deles. Meu cuzinho tava já húmido e piscando. Aí o mais magro, que se chamava Nelson, me falou no ouvido:
- Nossa que bunda gostosa … vou comer ela bem gostoso. Você quer ?
Aí eu respondo que sim, e ele logo pegou minha mão e a colocou por cima da sua calça. Senti aquela rola grossa pulsando e meu cuzinho ficou mais molhado ainda. Ele perguntou pra mim se eu gostava de pica grossa. Excitado demais falei que sim.
Logo, ele abriu o zipper e soltou a cobra que tinha mais de 20 cms e falou grosso:
- Vai viadinho benfica, bota já esse caralho na boca e mama… tá esperando o quê ?
Eu me deitei um pouco e comecei a chupar a pica que mal cabia na minha boca. Tava uma delícia sentir aquela pica inteirinha na minha boca. O outro, o mais forte, que se chamava André, baixou minha calça e começou a acariciar minha bunda, enquanto falava que não via a hora de botar a pica dele toda em meu cuzinho e me arrombar gostoso.
Pouco depois, botou também a rolona grossa pra fora e falando que agora era sua vez, me pegou pelos cabelos e botou a cabeçona escura na minha boquinha. Depois empurrou minha cabeça me fazendo engolir toda. Quase sufoquei com tanta pica na boca.
O mais novo, que ia do lado do condutor e se chamava Marco tava virado pra trás, e excitado com meu boquete, falava:
- Isso André, mostra pra essa bichinha o que é pica de verdade. Ela tá acostumada com esses caras do Benfica que são frouxos não é gostosinha? Agora vai provar pica do norte… pica de macho arrombador.
Nesse momento o furgão parou, e o bofe mulato que tava dirigindo, e se chamava Vitor, falou:
- Esse lugar é bom pra foder esse putinho Benfica filho da puta.
Era um local junto a um loteamento em construção e com pouca existia luz.
Nesse momento eu tentava botar na boca as duas rolas duras e grossas, de Nelson e André. Mas aí, Vítor afastou os dois, sentou, puxou a calça esportiva pra baixo e empurrou minha boca na pica dele que tava ainda meia bomba, falando bem grosso:
- Chupa sua piranha do caralho. Deixa esse pau bem tesudo pra eu arrombar essa bundinha.
Aquela rola tinha um cheiro forte de macho suado, que me fez ficar ainda mais doidinho de tesão e com vontade de levar pica no cu. Enquanto eu ajoelhado no chão do furgão caprichava no boquete a Vitor sentindo sua rola engrossar e crescer na minha boca até ficar bem grande e dura, André desapertava minhas calças. Quando ele viu que eu tava usando uma calcinha fio dental vermelha falou excitado:
- Nossa caras olhem só, o viadinho tá usando calcinha fio dental. Olhem como a bunda dele é branquinha e gostosa. Caralho que tesão de cuzinho. Falando isso ele botou sua verga dura entre minhas nádegas e ficou esfregando. As bolas dele eram enormes e muito peludas e o contacto delas com minha pele suave me dava uns arrepios gostosos. Pouco depois ele afastou a calcinha, cuspiu na pica e logo senti a cabeçorra abrir caminho no meu cuzinho. Aí falei que sem camisinha não ia dar. Procurei no bolso de minhas calças e dei uma pra ele. Ele primeiro protestou, mas depois botou ela. De seguida abriu bem meu cuzinho e forçou a entrada da cabeçorra de novo no meu cuzinho. Quando esta entrou, André foi botando o resto bem devagar. Eu tava tão melado e com tanta vontade de levar pica que apesar da grossura daquela tora, quase nem senti dor. Meu pau tava duro. Ele começou a me foder, me agarrando pela cintura. Sentia o sacão peludo dele batendo com força nas minhas nádegas e isso me deixava fora de mim. Comecei a chupar Vitor com tanta vontade que ele não aguentou mais e acabou gozando na minha boca. Engoli tudinho, me sentindo bem cachorra.
Aí Marco e Nelson se sentaram e eu fui chupando a pica de um e de outro. De vez em quando botava as duas na boca. Eles me xingavam me chamando de vadia. Marco falava que quando chegasse sua vez de comer meu cu ia socar com tanta força que eu ía gemer de vontade.
Enquanto isso, André aumentou a parada, me fodendo com fúria, me empurrando contra as picas dos outros. Não aguentando mais meu tesão, empurrei a bunda contra o pau de André fazendo ele gozar. Aí que sensação boa sentir aquela leitada quente invadir meu cuzinho. Mesmo com camisa senti meu cuzinho mais preenchido ainda.
Depois que ele gozou, continuou com o pau dentro de mim me socando… claro que não aguentei mais e gozei também, gritando que nem uma safada.
Aquela posição, me deixou cansado e pedi a eles pra descansar um pouco. Eles riram falando que eu inda tinha muita rola pra servir. Não liguei. Vesti as calças e desci do furgão pra fumar um cigarro. Eles desceram também trazendo cerveja pra todos. Marco me enlaçou pela cintura falando que nunca tinha visto um cara com uma cintura tão fina. Depois foi acariciando minha bunda. As caricias dele fizeram eu ficar com tesão de novo.
Ele baixou minha calça me deixando só de calcinha fio dental, na rua, subiu minha camiseta e começou a chupar meus peitos. Vendo minha bundinha branca e gostosa os outros ficaram doidos de tesão. Marco pegou minha mão me levou no interior do furgão, sentou e falou pra eu sentar na pica dele e cavalgar gostoso nele. Eu baixei a calcinha, botei a camisinha na picona dura, grande e grossa dele, e afundei nela. Nossa foi uma delícia, pude sentir cada milímetro daquela vara me arreganhando todo. Eu tava totalmente louco de tesão. Enquanto eu cavalgo, os outros vêm na minha frente e eu fico chupando ora a pica de um ora a de outro, e enquanto não chupo, vou punhetando cada uma delas. Eu tava me sentindo uma verdadeira putinha no cio. Marco falava que meu cu era gostoso de branquinho e macio e que minha cintura parecia de mulher, e que dava o maior tesão pra ele. Pouco depois ele falou pra eu levantar que agora ía socar meu cu com força.
Cheio de tesão, levantei e encostei no furgão com a bunda bem empinada. Ele botou a jamanta no meu cu e começou a bombar. Eu me contorcia e empinava a bunda deliciado de sentir aquele tronco grosso e gostoso me socando cada vez mais forte.
- Isso..gostosa… empina bem esse cu apertado… vou arrombar ele todo, caralho. – ele falava.
- Ai me fode … animal … aiii… que bom… ahhh… me bate garanhão … me arromba…aiiiii…..isso ….. – eu gemia louco de tusa.
Ele começou a me dar tapas na bunda com toda a força, e eu empinava ela e me contorcia cada vez mais, enquanto os outros incentivavam ele a me dar com mais força.
Aí ele começou a roncar… e me dando uma estocada com toda a força vazou o saco no meu cuzinho. Depois me deu ainda umas cinco estocadas fortes e tirou fora. Doido de tesão tirei a camisinha da rola já meio bomba dele e chupei a porra quente e grossa que ainda saía.
Vitor me fez entrar no furgão, tirou uma manta, me fez deitar no chão, de costas, despiu a camiseta me fazendo enlouquecer só de olhar seu corpo morenão, peludo e musculado, e depois de botar uma camisinha que tinha no porta documentos se deitou sobre mim e roçou seu mastro gigante entre minhas nádegas. Depois cuspiu no meu cuzinho e falou:
- Esse buraquinho parece até de xoxota. Foda-se… é bom demais.
Enquanto isso Nelson se colocou na minha frente e botou seu caralho na minha boca.
Eu tava preocupado pois apesar de tão arrombado, não sabia se a picona de Vitor não ía me magoar e pedi pra ele ir devagar. Mas o cara era bruto e não quis nem saber, botou logo o rolão no meu cu de uma só vez me fazendo gritar de dor. Senti, no começo um pouco de ardência, mas depois passou e comecei a sentir o maior tesão. Ele socava com a maior força me fazendo gemer e gritar a cada estocada. Aí Nelson falou que também queria e os dois começaram a se revezar, cada cinco minutos era um comendo o meu rabinho, enquanto Marco e André também se revezavam na hora de botar o pau na minha boca.
Que delícia! Eu tava adorando me sentir todo arrombado por aqueles quatro machos gostosos. Nisto Vitor começou a urrar feito um urso e gozou no meu rabo. Foi uma delícia. Enquanto isto, eu estava chupando a pica dos outros dois. Nelson aí, ocupou o lugar de Vitor, e começou a bombar com força. Aí, André começou também a roncar … e logo senti dois jatos de porra quente no rosto, caindo de meu nariz. Abri a boca e lambi tudinho. Marco me deu dois tapas na cara, começou a bombar na minha boca e gozou dentro dela, me fazendo engasgar de tanta porra. Aí Nelson botou a pica pra fora, tirou a camisinha me puxou pelo cabelo e ejaculou também em minha boca.
Nossa que delícia, pude sentir a porra de três caras se misturando em minha boca. Aquela porra quentinha foi uma delícia. Todo eu era porra. Tava me sentindo uma verdadeira vadia, uma puta de verdade. Foi uma delícia.
Como tava tarde, fomos embora. No caminho André ainda pediu pra eu dar mais umas chupadinhas e eu dei. Em troca ele me deu mais uma dose de seu leite gostoso. Depois, eles me deixaram perto de meu carro, ficaram com meu número de celular e falaram que quando viessem a Lisboa iam me procurar.

 
 
  
 
 

contos - Peripécias na sauna

 
  
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Hoje, sexta-feira, estava decidido ir na sauna do Flamengo para 'queimar' o excesso de 0800 (limão com cachaça) que ingeri no almoço de feijoada no Amarelinho.

Cheguei, me despi e fiz o ritual: fazer uma vapor e uma ducha. Fui para o corredor escuro com o filme pornô ao fundo. Estava achando que tinha sido uma furada. Vazia, pouco movimento. Não ia acontecer nada. Apareceu um cara que parecia ser estrangeiro. Entrei na cabine e o cara também. Aperta aqui, aperta dali, e abocanhei com vontade uma rola grossa de bom tamanho. O cara adorou. No meio da mamada, falava que estava com muito tesão e queria foder um cu e perguntou se eu queria. Respondi que não e ele voltou com outra se não gostava. Fui sincero e disse que já tinha dado mas não estava a fim e continei mamando a rola com muita vontade.


Fiquei um bom tempo usufruindo daquele prazer por conta do tramanho e da grossura. Nada exagerado. E o cara continuava falando que adorou meu cu e não cedi aos desejos dele.

Como estava delicioso o pau do cara. Do jeito que eu gosto: grosso e tamanho médio. Por vezes, engolia ela toda na minha boca, deixando o cara mais alucinado. Ficamos nisso uns 5 minutos e nos separamos. Pensei depois em dar para ele por conta do bom tamanho da pica. Não fui adiante.

Mais um pouco, encontrei um cara, estrangeiro mesmo, alto, 1.80 talvez, pouco falava. Entramos na cabine e ele começou a se drogar com algo que aspirava pelo nariz que me tirou o tesão. Saí e continuei a pequena festa na qual jamais sonhara em fazer na sauna.

Esperei mais um pouco e outro cara apareceu. Fomos para a cabine nos entrosamos num beijo demorado, muitos abraços que repetimos muitas vezes. Ficamos pouco tempo e propôs sairmos para nos vermos melhor. E comentei, de repente uma terceira pessoa. Quem sabe, disse ele.

No corredor, viu um cara que havia tido alguma coisa antes, fomos os três para a cabine. E chupei pela primeira vez dois paus ao mesmo tempo. O cara, o terceiro, ficou vidrado no meu cu (estava fazendo mais sucesso do que eu imaginava), e me chupou para me enrabar. Não deixei ir adiante. Ficou de pé e ele ficou beijando Nilo, o cara do mercado de capitais, que saiu logo em seguida. Voltou de novo a chupar meu cu e encostou o pauzão grande e grosso nas minhas coxas. Não deixei que prosseguisse. Fico com receio de transar mesmo ativamente ou passivamente sem preservativo. Antes de sair, descobriu meu piercing no mamilo esquerdo. Abocanhou e o mordeu muito.

Foi legal. Gostei dos três caras, algo que jamais fiz em toda minha vida.
 

: Contos: Fiz gostoso no vestiario (historia real)‏

 
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ola, meu nome é Rafael e nesse conto eu vou contar para vocês de um dia inesquecível que eu comi a melhor bunda da minha vida
tudo começou em um dia que fui jogar bola em um clube do meu bairro.

depois do jogo como todo dia fomos tomar banho e como todo vestiário é aquela coisa de vários caras passando pelados depois do banho eu obviamente estava pelado e sempre percebi que um garoto chamado Lucas que tinha 17 anos na época ficava olhando para meu instrumento com um olhar fixo, mas eu nunca tomei coragem para falar sobre isso com ele.
Em um dia eu atrasei um pouco para tomar banho e quando cheguei só havia 2 pessoas tomando banho, Lucas (esse garoto) e Gabriel. O Gabriel estava com o mastro um pouco duro não sei se eles já estavam fazendo algo.
Eu tirei a roupa e tomei uma ducha gelada, Gabriel começou com uma brincadeirinha de jogar agua na minha mochila e eu sabia que era brincadeira e o Lucas falava brincando também que era para eu jogar agua na mochila dele também.
Lucas já tinha saído do chuveiro e estava se enxugando, ele abaixou e ficou quase de 4 se enxugando virado para mim e para o Gabriel, ele estava dando desculpas que estava secando as pernas. 
ele percebeu que logo logo eu e Gabriel ficamos animados com a situação e o Gabriel saiu do chuveiro também. ele passou uma pontinha do pênis dele na bunda do lucas, mas fingiu que era um acidente e pediu desculpas. 
eles saíram e em seguida terminei meu banho e sai também. Isso tudo aconteceu em um sábado 
quando foi outro dia, no domingo, Lucas passou em minha casa e disse que teria um jogo entre amigos la no campo e chamou o Gabriel também! só que eu achei estranho porque la no clube mesmo ninguém tinha avisado nada cheguei la no clube que estava com o portão aberto e não vi ninguém entrei no vestiário para deixar minha mochila com minhas coisas e la estava os dois me esperando, eu perguntei onde estavam as pessoas pois o clube estava sempre fechado e só ficava aberto quando tinha jogos ou peladas entre amigos, os dois com uma cara bem de safadinhos falaram que não ia ter jogo, logo que eles falaram isso Lucas pegou no meu pau e o Gabriel na minha bunda, fiquei com meu instrumento duro 
e Lucas tirou para fora meu pau e começou a me chupar, e o Gabriel falou que era para eu chupar o dele também, sem pensar duas vezes tirei aquele negocio grande e grosso que devia ter uns 18cm não aguentei chupar tudo pois era um pouco grande para mim. 
partimos logo para o vamos ver, logo coloquei o Lucas na posição e cuspi naquele rabinho um pouco abertinho e infiei com força enquanto isso ele chupava o pau do Gabriel com muita vontade...
o Gabriel não satisfeito quis me comer, então ficamos em pé um atrás do outro, Lucas, eu e o Gabriel. só fizemos nessa posição, quando estava quase gozando quis comer o Gabriel, ele não concordou mas fui convencendo ele devagarinho, ele foi chupando meu pau e o Lucas meu rabo, como o Gabriel tinha um cu virgem ele gritou um pouquinho mas depois adorou!! 
entramos nos 3 debaixo do chuveiro, eu comendo o Gabriel e o lucas me comendo... e gozamos gostoso debaixo do chuveiro, Gabriel que meteu gaze todo o tempo acabou gozando com uma punheta.. o lucas gozou muitooo gostoso no meu cu e eu gozei deliciosamente naquele cuzinho fechadinho que o Gabriel TINHA!!! kkk
foi a única vez que fiz uma coisa tao gostosa assim com 2 caras tao deliciosos 

 
 
  
 
 

: O Recenseador do IBGE

 
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Meu nome é Marcelo. 37 anos. Corpo bacana. Macho. Sacana. Putao.

Havia chegado em casa depois de um exaustivo dia de trabalho, doido pra tomar um banho e me preparar para dar uma volta.


Havia acabado de me enrolar na toalha, o interfone toca:


Boa tarde, meu nome é Mateus, sou recenseador do IBGE. Estamos fazendo um trabalho de pesquisa, será que o Sr. Tem uns minutinhos para responder minhas perguntas?


Nessa mesma hora meu pau deu sinal de vida. Seria uma foda fast food, entregue em casa, pensei comigo.


Claro, só que tem um pequeno problema, estou entrando no banho e não tenho como descer para atendê-lo ai. Se você quiser subir, pra mim não teria problema.


Ele disse que não, então abri a portaria e fiquei esperando o mesmo aparecer na minha porta.


Quando vi o rapaz ali, com aquele colete azul, um palm na mão e aquela carinha de menino, tive a certeza que iria fuder muito. Atendi o mesmo ali na porta, ainda enrrolado na toalha e disse a ele que estava entrando no banho, e que estava um pouco atrasado para sair. Nos apresentamos ali mesmo, e dei a ele duas opções: ou ele me esperaria tomar um banho, ou poderia me acompanhar até o banheiro para fazer a pesquisa de pé da porta mesmo. Ele preferiu essa segunda opção, para não me "atrasar", segundo ele... E assim fizemos. Nos dirigimos até o banheiro. Deixei a toalha cair ali mesmo e fiquei peladão na frente dele, sem me importar no meus 21 cms ficando meia bomba.. e entrei no box.


Ele começou as perguntas de praxe, perguntando nome, idade, quantos banheiros, quantas TVs e assim foi conduzindo a pesquisa...


Fiz questão de não demorar como de costume, para que ele pudesse me ver pelado enxugando. Sai do banho me secando, e caminhei para o meu quarto. Claro chamei ele para vir atrás, o que fui prontamente atendido... Cheguei no quarto, coloquei uma cueca boxer branca, marcando bem a rola meia bomba..e fiquei terminando a pesquisa com aquele moleque ali na minha frente, todo desconcertado com a situação, e já prevendo o que estava por vir.


Terminada a pesquisa, perguntei a ele se ele aceitava uma água e ele aceitou. Nesse momento fui pegar a água, e começamos a conversar amenidades, e ele pergunta se eu malhava, pois eu tinha um corpo bacana para os meus 37 anos. Eu disse que sim, que sempre fui muito preocupado com isso, e que fazia questão de me manter em forma... Ele vira e disse que tava conseguindo pois meu corpo tava bacana. Nessa hora já não dava pra esconder meu pau duro na cueca.. e eu não estava me fazendo de rogado. Ao passar por ele, percebi uma encarada em direção minha pica, e eu falei que tava indo para o quarto me trocar para sair, e ele veio atrás.


No quarto, disse que iria trocar de cueca pois aquela tava marcando muito, e deixei ela cair até o pé, ficando minha pica reta e dura apontando para o moleque... Ele olhou e disse que era grande e que devia fazer um estrago muito grande. Eu disse que não, que se tinha uma coisa que eu sabia era meter num cuzinho, preferencialmente apertado e limpinho. E já fui encaminhando para a direção dele....olhando dentro dos seus olhos... O moleque disse que nunca tinha feito sexo com homem mas tinha curiosidade... Perguntei a ele se o cuzinho dele era limpinho e cheiroso e já fui forçando o ombro dele pra baixo, em direção minha pica..


De fato parece que aquilo para ele era novidade. Ele estava com certa dificuldade em mamar meu cacete, e fui dando a ele as coordenadas... com pouquissimo tempo, ele já estava mamando como se aquilo fizesse parte da sua vida.


Arranquei sua roupa e o joguei para cima da cama já lascando um beijaço na sua boca.


Mateus era um moleque bonitinho. Tinha uns 1,68, marombadinho, troncudinho...com corpinho no lugar. Cabelinho lisinho caído na testa e uma cara de menino pidão. Fiquei sabendo depois que ele estava com 21 anos. A bunda dele era uma coisa de louco. Empinada na medida certa, com aqueles pelos lourinhos dando uma sensação de pelugem...e um cuzinho virgem, rosinha, limpinho..


Ensinei a ele como chupar uma rola. Ensinei a ele como beijar uma boca com vontade, com muita saliva e sem nenhum pudor. Dava uns tapas de levinho na cara dele, e segurava seu cabelo com vontade, colocando a cara dele frente a frente da minha.. e com isso me permitia dar umas boas cuspidas da cara dele, e depois espalhar a saliva pelo rosto dele.


Ele disse que sempre imaginou ser fudido como uma putinha na cama.. e por isso sempre comia as namoradas dele com muita pegada. O que de fato ele tinha, mesmo sem ter segundo ele, transado com homem.


Meu pau parecia que iria estourar de tão duro que estava. Eu estava de fato tratando aquele moleque como se fosse uma puta....Botei ele deitado com o travesseiro por baixo do corpo dele, e mandei que ele arreganhasse bem o cuzinho pra mim, que agora ele iria de fato receber uma piroca de macho no rabo. Ele segurou as duas bandas da bunda, mostrando aquele cuzinho rosadinho.. lindo. Cai de boca, dando um banho de língua...forçando a entrada da minha lingua no seu cu.... Mateus estava totalmente ofegante....e gemendo muito.


Sentei sobre sua bunda com minha pica apontada para seu cu, e fui forçando...lentamente a entrada. Mateus estava totalmente entregue a mim naquela posição...porém estava reclamando que estava doendo muito, que era pra eu parar, e isso me dava mais tesão. Ele estava totalmente preso ao meu corpo e quem comandava aquele momento era eu..


Eu enfiava e falava ao seu ouvido que ele sempre havia comido as mulheres com total força, que agora era a mim que ele obedecia. Eu era o homem que estava fazendo com que ele gemesse de dor.. e que já já isso ia passar e ele ia sentir um prazer fora do comum...


Mateus continuava a relutar e gemer de dor. Pediu para parar. O calor era infernal. Estavamos totalmente suados. O cheiro de sexo dominava o ambiente. Parei para que ele se acostumasse. Joguei meu corpo sobre suas costas e comecei a beijar sua orelha, com parte da minha pica ainda no cu dele. Mateus ficou doido. Eu me afastei, e de uma única vez enfiei toda pica no cu dele.. o grito de dor foi muito alto. E ele tentou se desvenciliar do meu corpo. Mas já era tarde.. nessa hora ele já era viadinho arrombado. Saia lagrimas dos seus olhos. Fiquei parado até ele se acostumar com a dor. Quando vi que já podia começar a fazer alguma coisa..comecei a bombar....Tirava o pau ate quase sair todo, e enfiava de uma vez.. e assim fui fazendo... Senti a bunda dele empinar e vi que ele estava gostando daquela situação.. Comecei a bombar como um bom puto sabe fazer.. enfiava e tirava tudo de uma vezada...O Moleque gemia e pedia mais....rebolava como uma puta..

Virou pra trás, e pediu para que eu o tratasse como se fosse uma mulher.. Ele não parava de gemer, e as estocadas eram virais,fortes e decididas... Mateus estava entregue a um bom metedor e gemia como se fosse uma puta...

Percebi que estava quase gozando...tratei logo de tirar meu cacete do cuzinho dele e pulei para sua frente...foi a conta de mirar na sua cara.. Lambuzei meu moleque todo com minha porra.. e percebi nessa hora ele gozando também....lambuzei sua cara com minha porra sujando mais ainda a carinha linda do meu garoto...Ele gozou muito....E não perdi tempo.. e peguei também sua porra e passei no seu rosto...


 
 
  
 
 

sábado, 18 de agosto de 2012

Contos: A primeira vez com Lolão.

  
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      Morávamos em um bairro novo, sem energia elétrica, muitos pessoas compraram o terreno, fizeram casas pequenas e alugaram para obter renda, esperando ate que o bairro tivesse um pouco mais de estrutura para vir morar. Por essa razão tínhamos poucos vizinhos, e uma das casas mais próximas da nossa foi alugada para um casal de idosos, vindos do interior do Paraná, com um filho de aproximadamente 30 anos, que tinha se separado da esposa. Esse rapaz por nome de Lourival tinha sido criado no interior onde as pessoas procuram fazer amizades, e foi isso que aconteceu conosco. Passou a freqüentar nossa casa e meus pais gostavam dele, um rapaz simples e muito prestativo. Sempre que precisava ir a algum lugar passava em casa e pedia a minha mãe para que eu fosse junto, pois ainda não conhecia bem o lugar. Mamãe confiava e deixava, eu até gostava, não tinha amigos para brincar vivia sozinho mesmo. Íamos a vários lugares, fomos nos tornando muito amigos, ele era muito brincalhão, e depois de algum tempo ele com a mania de brincadeira, apertava minha bunda com as mãos, sentia um choque, algo estranho que nunca tinha sentido, mas, ficava quieto achava que era só brincadeira mesmo. O tempo foi passando e sempre que eu brincava, ele dava uma tapinha ou um aperto na minha bunda com o intuito de aprovação, eu não falava nada, achava que isso era só farra mesmo. Certa vez convidou-me para irmos a um clube onde iria fazer uma visita, mamãe autorizou, saímos cedo no domingo, passamos a parte da manha no clube, apos almoço, quando voltávamos, em vez de irmos para casa, falou que iria passar na casa de uma prima e lá fomos nós para outro bairro. Ao chegarmos à senhora recebeu-nos muito bem, levou-nos a um quarto onde entramos, ele fechou a porta, abraçou-me e falou que iria fazer-me feliz e queria comer minha bundinha. Apavorei-me, nunca tinha dado o cuzinho, nem sabia que podia fazer isso, retruquei, pedi para sairmos de lá, afinal eu não era disso, ele falou duro comigo, que agora era tarde, eu tinha dado muitas demonstrações de que gostava, quando ele apertava a minha bunda, eu nunca tinha reclamado e agora ele estava vidrado em meu rabinho. Tirou a roupa rapidamente, ficou pelado mostrando e balançando um cacete grande e grosso, que pulsava, nunca tinha visto um cacete daquele tamanho, mas agora, com ele em minha frente, fiquei extasiado olhando aquele pau, aquela toceira de pelos, nessa hora senti o mesmo tremor que sentia quando ele apertava minhas nadegas. Colocou minha mão em seu pau, que sem querer comecei a apertá-lo, eu sentia meu corpo tremer, minha boca salivava, gostei de apertá-lo era macio, quente e me dava arrepios. Falou que não era para eu contar isso para ninguém, muito menos para meus pais, pois ele negaria e falaria que eu era o viadinho e tinha planejado tudo. Ele abraçou-me, pude sentir aquele vergalhão entre minhas pernas fui perdendo as forças, entregando-me, ele insistindo, eu tentava negar, ate que começou a tirar minha roupa, eu já não oferecia mais resistência, apertava o vergalhão com minhas coxas. Sem roupa, segurando aquele formoso cacete entre as pernas, ele começou a passar a mão em minha bunda, no meu rego e cutucava meu cuzinho com o dedo, estava gostoso demais, senti um calor que fazia-me suar, minha resistência ia a zero a cada toque que ele dava no meu cuzinho, eu sem querer gemia e rebolava. Eu estava sentindo um prazer enorme, coisa que nunca tinha esperado em sentir, provocado pelo meu cuzinho que ele sabiamente sabia manipular, estava completamente entregue aos seus caprichos.Deitou-me carinhosamente de bruços na cama, beijou e mordeu muito minha bundinha, depois enfiou a cara no meu rego e começou a chupar meu cuzinho, essa experiência eu nunca tinha sentido, adorei, gostei do que estava sentindo, sem querer, abri bem as pernas, ele pergunta se eu estava gostando, disse que sim com a voz rouca, faz mais, esta muito bom, ahhhhh, uhhhhh, que gostoso, - sabia que você ia gostar, sua bunda é de viadinho mesmo, uma delicia, mas, o melhor ainda vai vir. Lambuzou os dedos não sei com que, engraxou meu cuzinho e começou a enfiar um dedo e rodopiava-o no meu anelzinho, eu relaxava, ele dava tapinhas em minha bundinha, eu rebolava e gemia de prazer, gostei do dedinho, ele enfiava todo o dedo e rodopiava, eu gostando, mexia a bundinha. Começou a forçar a entrada de dois dedos, começou a doer, pedi para parar, mas, ele conseguiu encaixá-los, socou de uma vez os dedos e os rodopiou. Ficou com os dedos cravados no meu anel, alargando-o, fazendo cócegas no meu rabinho ate a dor suavizar, eu comecei a mexer-me para tirá-los, ele os rodopiou de novo, tirou e colocou rapidamente algo quente e grosso que forçou meu cu para dentro, senti que alguma coisa quente estava entrando no meu buraquinho, fiquei quieto e percebi que o que tinha entrado estava deslizando e arreganhava meu cuzinho. Coloquei a mão na minha bunda e percebi que ele tinha colocado aquele pintão no meu cuzinho, me apavorei, quis sair dali, mas ele me segurava, e com todo o seu peso nas costas, eu nada tinha a fazer, mas, comecei a gostar. Ele forçava, minha mão acabou ficou presa entre minha bunda e seus pentelhos, com os dedos eu acompanhava a entrada da vara, pedacinho por pedacinho. Eu sentia um misto de dor e prazer. Na mesma hora que eu pensava em pedir para tirar, vinha uma vontade louca de pedir que enfiasse o resto, mas o medo era que pudesse rasgar meu cuzinho, que ja estava arreganhado ao máximo. Ficou com a cabeça encravada, a dor foi suavizando, passava as mãos em todo o meu corpo, mordeu meu pescoço, falava em meu ouvido que não ia me machucar, só ia dar um pouco de leite para meu rabinho, eu iria gostar e sempre pedir, e enquanto isso forçava um pouco mais, sentia meu cu ser preenchido por uma tora. Consegui tirar a mão, agarrei o travesseiro finquei a cara nele, comecei a chorar, não sei se de alegria ou de dor, mas, com sso, acho que relaxei, fui sentindo que a tora caminhava e meu cu parecia que ia rasgar e a dor foi suavisando. Ele muito paciente me acalmava, me acariciava e pedia para relaxar que seria melhor você vai gostar e vai querer muito mais. Não sabia ao certo o que queria, estava gostoso, mas dolorido, sentia frio e calor ao mesmo tempo, doía, mas uma dor gostosa que eu nunca tinha sentido, envergonhado em pensar que eu estava dando a bunda, mas, feliz em pensar que meu cuzinho deixava o Lourival satisfeito. Envolto nesses pensamentos, fui relaxando, nem percebi que aquele pintão que me assustou no começo, agora estava guardado no meu cofrinho e dava-me uma euforia louca, estava satisfeito e feliz, o Lori, falava coisas no meu ouvido, mordia minhas costas, meu pescoço. Começou a puxa-lo de volta e depois empurrava de novo, bem devagar, a massagem que aquele pau fazia nas bordas do meu cuzinho foi deixando-me completamente excitado,fui acostumando, e gostandp. A dor foi sumindo, ficou uma sensação gostosa que eu nunca tinha sentido, comecei a mexer-me, a rebolar, eu sentia seu saco bater em minha bunda e estalar como uma palmada. Apos alguns minutos desse gostoso vai e vem, ele se atarraca a mim e diz vou te encher de leite, fiquei paralisado e senti o pulsar do seu pau dentro do meu cuzinho, derramando uma enorme quantidade de leite quentinho, no meu rabo. Enquanto esperava o pau amolecer e sair ele perguntava se eu tinha gostado se gostaria que ele repetisse, falei que adorei e que agora ia querer sempre. Descansamos um pouco ele pediu que eu chupasse seu pintão como se fosse um sorvete, no começo eu estava com um pouco de nojo,mas, depois gostei do sabor e do cheiro de macho que emanava, enfiava o máximo que eu conseguia engolir. Enquanto eu o mamava, ele falava que quando chegasse a hora de derramar o leite eu deveria bebê-lo, com isso eu ficaria mais inteligente e mais forte. Eu acreditava em tudo que ele falava, eu estava amando aquele homem e tudo o que estava aprendendo com ele, cumpriu o que falou me fez feliz não me machucou, e agora ia dar-me seu leitinho garganta abaixo. Chupava aquele picão e observava seu rosto ir se transformando de feliz ao prazer intenso, ate chegar o momento,ele fechou os olhos, segurou com força minha cabeça, urrou baixinho e jogou na minha garganta o seu delicioso leitinho. Bebi e lambi seu cacete para não perder nenhuma gota do precioso liquido, comecei a esfregá-lo de novo, assim que endureceu virei-me e novamente recebi carinhosamente a vara que me fez feliz. Estava com o rabinho ainda dolorido, pedi a ele que fosse com calma, ele lubrificou bem meu buraquinho e sua vara e delicadamente a introduziu, eu realmente estava me deliciando, fui rebolando, ajeitando, facilitando a entrada, gemi, urrei e entreguei-me ao seu pintão de novo, que o apelidei de "lolão", e novamente recebi uma boa descarga de leite na minha bundinha. Lavamo-nos, saímos e fomos para casa, eu com as bordas da minha bundinha um pouco dolorida, mas, super contente, agora eu sabia do que gostava. Estavamos muito mais íntimos e com nosso segredo guardado a sete chaves. Chegamos a casa bem a tardinha, mamãe já esperava-nos com o café na mesa, arrumou a roupa e pediu que eu fosse banhar-me enquanto conversava com Lourival, ele falando do clube e do tanto que brincamos, eu me lavava, escutava e só pensava na rola que eu tinha guardado por duas vezes na minha bundinha, que ainda estava com o anelzinho dolorido. Sai do banheiro, tomamos café, Lori se despediu, agradeci a ele pelo passeio e pelas brincadeiras, fiquei um pouco na sala e fui deitar, alegando estar cansado. Nessa época,para ajudar nas despesas da casa, mamãe arrumou serviço de limpeza na casa e consultório de um medico, duas vezes por semana, nesses dias ela levava-me ate a escola e ia trabalhar, voltando só à tardinha. Como ela confiava muito no Lourival, pediu a ele para ficar cuidando de mim em casa, eu falava que não era preciso sabia me cuidar, mas ela fazia questão que ele viesse, ele agradecia a confiança depositada, e fazia questão de ir buscar-me na porta da escola. Ajudava-me a esquentar a refeição que mamãe deixava pronta, almoçávamos depois me ajudava a fazer os trabalhos escolares. Ele sempre queria e pedia para tirarmos a roupa, eu sentava em seu colo, ele encaixava o lolão dentro do rego de minha bunda e assim ajudava-me no trabalho escolar. Eu gostava de senti-lo deslizando pela bunda, mexia-me ajeitando-o, muitas vezes sentei e escorreguei ate-te-lo todinho dentro de mim, assim terminávamos o trabalho. Adorava os dias que mamãe ia trabalhar, por que era o dia que meu cuzinho mais trabalhava, ele ensinava-me todas as posições possíveis para guardá-lo dentro do túnel, eu brincava muito com seu cacete, bebia muito seu leitinho. Lori gostava de sentar na cadeira com seu pau duro, eu ficava de frente para ele, abria bem as pernas, sentava na verga deslizava guardando-a e começávamos as caricias e ate beijos gostosos que ele dava em todo o meu corpinho. Eu sonhava poder dormir com ele, peladinho, bem atarracadinho, levando vara a vontade, deitado em seu peito peludo. Isso só foi possível depois de muito tempo quando tivemos que fazer uma viagem ao interior para ele ir ver seu filho, mas isso é outro assunto que contarei depois.